A dança parapara em artigos ciêntificos

ARTIGO I

Catálogado em 06/10/2009 Carlos Alberto Machado e a orientadora Rosalia Maria Duarte publicaram, pela PUC Rio, uma tese entitulada: PROCESSOS SÓCIO-EDUCATIVOS DOS ANIMENCONTROS: A RELAÇÃO DE GRUPOS JUVENIS COM ELEMENTOS DA CULTURA MIDIÁTICA JAPONESA. No capítulo 4, na seção "4.4.4 Dança Para Para" o ParaPara é felizmente mencionado.

Acesse em: http://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/Busca_etds.php?strSecao=ocorrencia&nrSeq=14334@1&nrseqoco=47826

!ATENÇÃO!
Afim de facilitar a leitura do público, copíamos o texto, mas sempre que desejarem reproduzi-lo lembrem-se de mencionar a fonte e o autor! OKAY?!




4.4.4 Dança Para Para

 Considerada uma importante forma de sociabilidade, a dança também vem repercutindo fortemente entre os jovens otakus nos eventos em que estes se encontram e, como as demais atividades, são influenciadas principalmente na cultura japonesa. Interessante observar como o Matsuri Dance, criado no Brasil, tem estreita relação com o Para Para criado no Japão e difundido pelo mundo. Segundo Macias e Evers (2007), as
Takenokozoku (gang broto de bambu), que dominaram a moda jovem do Japão nos idos de 80, revolucionaram a dança moderna japonesa quando, influenciadas pelo ritmo dos festivais religiosos do Bom Odori, criaram um estilo próprio, com movimentos próprio s para cada música, mais rápido que dança sincronizada, com todos fazendo o mesmo movimento, lembrando robôs. Este estilo modernizou-se e atualmente é denominado Para Para, adotado por milhares de jovens japoneses e brasileiros, que dançam ao som de músicas agitadas, em especial o Eurobeat, usando principalmente o movimento dos braços. Possui dois estilos: HyperTechno
(TechPara) e Epic Trance (TraPara). No evento AniVenture de Itajaí (SC), existem concursos de Para Para.

Estas danças, também similares a Yosakoi Soran, são hoje, uma importante forma de sociabilidade entre jovens japonesas e, podem inclusive, ser vistas em filmes nipônicos contemporâneos. Segundo Sato (2007 :144), “cada geração objetiva criar danças próprias como um ‘selo’ que a identifique. Isto torna a busca por novos ritmos e movimentos um desafio constante. Foi com tal espírito de inovação, mas voltando os olhos para o passado, que no Japão surgiu a Yosakoi Soran”.
O Bon Odori , também conhecido por Tanko Bushi, destaca-se por apresentar homens e mulheres desfilando em grupos separados que nunca se tocam. Em eventos brasileiros observados nesta pesquisa, tanto no Matsuri Odori
(que será descrito mais adiante) quanto no Para Para, na maioria das vezes, não existe nenhum tipo de contato físico entre homens e mulheres.

A Associação Brasileira de Para Para(BPPDA) costuma promover eventos e festas no Rio de Janeiro e em São Paulo,
participando também de eventos em outros locais do país. Os grupos representantes da BPPDA que se destacam no Brasil são o SuperPara, em São Paulo, o Alpha, no Rio de Janeiro e o
Fusion Tean, em Brasília. Em Minas Gerais existe o ParaDream, em Brasília o Euro Star Team, no Amazonas o Parapara All Dance Club e no Rio de Janeiro, o FeverPara.

Nas observações realizadas nesta pesquisa, era recorrente a participação destes grupos paralistas ministrando aulas da dança em animencontros nacionais, como o Anime Friends em São Paulo (SP), o VisualKK também em São Paulo (SP), o Anime Evolution no Rio de Janeiro (RJ), o Anime Festival BH em Belo Horizonte (MG) e o AnimeVenture 2008 em Itajaí (SC).(WIKIPEDIAa, 2008)

ARIGO II
Também temos, em Inglês, uma breve mensão do arcade ParaPara Paradise. Infelizmente não estou apta a traduzir, mas fica ai a imagem do texto a quem possa interessar:

ARTIGO III
Por fim, temos o estudo que considero o mais interesante e o mais difícil de ler. É um artigo em japonês que trata da influência dos exercícios de dança na qualidade de vida em pessoas de meia idade. Assim que possível mesmo que não traduzido na íntegra passaremos para vocês o que tem de essecial no artigo. O processo de interpretação está lento, mas isso é realmente algo interessante e acredito que vamos conseguir.

Acesse em: http://www.bss.ac.jp/bss-project/academic/img/morikawa.pdf


Quem sabe um dia possamos produzir nossos próprios aritigos ciêntificos sobre ParaPara Dance ~